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A confusão que vai naquelas cabeças

Quarta-feira, 30.04.08

Estava a saltar de blog em blog, para ver se encontrava artigos interessantes e deparei-me com um que está em destaque no meu blog.

É um blog criado pelos alunos da Licenciatura "Comunicação Social e Cultura", da Universidade dos Açores, Pólo de Ponta Delgada.

O blog é muito interessante e vale a pena lá ir - www.comunicaçãosocialecultura.blogspot.com

 

Num dos post, os alunos dão a conhecer um artigo que fala das tradições portuguesas e, só posso dizer uma coisa: que confusão ia na cabaça da alminha que escrever aquele artigo. Apenas posso comentar acerca da parte que conheço, ou seja, das tradições açoreanas. O homem beb, só pode.

 

Vou-me dar ao trabalho de transcrever o que ele fala a meio do seu artigo.

E passo a citar:

 

4- Festa do Senhor Santo Cristo dos Milagres
"Em julho, a pequena ilha de São Miguel nos Açores é inundada por exilados (a maioria vivendo nos EUA) que voltam ao país para a tradicional festa do Santo Cristo dos Milagres. Uma série de festejos – repletos de bandeiras coloridas e luzes nas ruas, música, danças, e folguedos – tem lugar em todos os vilarejos durante o mês todo. Mas toda a loucura não ofusca o significado espiritual da festa: uma missão religiosa onde os ricos dão alimento aos pobres. Peregrinos viajam a pé por toda a ilha e espalham a boa notícia de que estão distribuindo alimento nas cidades. Toda e qualquer capela serve uma rica sopa de carne a todos que levam uma vasilha. Durante o festival você pode comer à vontade o cozido das furnas, um delicioso guisado de carne e legumes que inclui chouriço, repolho, cenoura, e centenas de outros ingredientes cozidos sobre uma fresta de calor vulcânico. E não se esqueça do vinho".

 

Mas que confusão, meu senhor!

 

Os Açores não ficam inundados de exilados, mas sim de emigrantes que partiram para os Estados Unidos da América, Canadá e Bermuda, à procura de uma vida melhor. A inundação é tal que não são só os exilados das Américas que enchem a ilha de São Miguel. Felizmente, os exilados estendem-se a turistas de vários pontos do mundo que, graças a Deus, têm mais algum conhecimento do que quem escreveu este artigo.

O que "ele" explica ser as Festas do santo Cristo são as Festas do Espírito Santo que, de ilha para ilha, têm uma forma diferente de ser celebrada. "Os ricos dão de comer aos pobres." - é também do Espírito Santo e está na origem desta celebração. Hoje em dia não são bem os ricos que dão de comer aos pobres, mas quem tem bom coração e não vê diplomas, nem carteiras vazias e/ou recheadas e apenas olha ao bem do seu próximo.

 

"Peregrinos viajam a pé por toda a ilha e espalham a boa notícia de que estão distribuindo alimento nas cidades." - Os peregrinos que "ele" deve estar a falar são os Romeiros, outra das muitas tradições micaelenses (e não açoreanas). Eu não me vou alongar muito acerca dos Romeiros porque este é um tema que só por si merece um post.

"Durante o festival você pode comer à vontade o cozido das furnas ..." Oh meus amigos, em qualquer altura do ano podem comer o Cozido das Furnas à vontade! Podem optar por ir a qualquer restaurante desta freguesia ou podem juntar um grupo de amigos e cozinharem vocês próprios.

Eu tinha que desabafar!

Eu não escrevo daquilo que não sei.

Para fazer figura de urso, mais me vale estar calada!

Para ver se foi apenas nas tradições dos Açores que o tipo errou ou se foram em todas as que ele menciona no seu artigo, podem dar um saltinho a http://nationalgeographic.abril.com.br/regugios/0209/index.html

Parabéns aos alunos de Comunicação Social que estão muito atentos.

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por Paula Patricio às 20:51

"Cenários Conjugais"

Terça-feira, 29.04.08

Já comecei a leitura da minha última oferta - A Noite dos Prodígios e outras histórias - e estou a adorar.
O livro é composto por uma compilação de contos que o jornalista/escritor Carlos Tomé publicou na revista "Açores" e que tratam dos mais variados assuntos .. todos com um toque de ironia e com uma leveza magnífica.

De todos os que li até ao momento, houve um que me despertou à atenção e que achei que seria giro partilhar com os meus leitores (se eles existirem).

O conto chama-se Cenários Conjugais e passo a citar:

 

"- Meu amor, e se nos casássemos?

- É  primeira vez que falas em casamento, querido!

- Pois é. Mas vivemos juntos há já cinco anos. Talvez esteja na hora de oficializarmos a nossa relação.

- Que romantismo aé vai...

- Desculpa, querida. Estou a tentar ser prático.

- Bem me parecia...

- É que, bem vistas as coisas, temos estado a perder muito dinheiro. Casados, beneficiaremos de um regime de impostos mais favorável, obteremos uma taxa de juro mais baixa no empréstimo para a compra do apartamento e teremos uma série de outras vantagens.

- Uma delas é a de voltarmos a ser convidados para as festas da minha madrinha...

- A velha ficou brava quando descobriu que já não eramos apenas namorados.

- Acho que ficou escandalizada por lhe teres aparecido nú...

- E quem a mandou bater à tua porta às dez da madrugada?!

- Chamou-nos pecadores, libidinosos, escravos da luxúria...

- Depois de casados, volta a aceitar-nos. Ela gosta de nós, acha piada ao modo como lidamos com as intrigas da família. Esquece isso, querida. O problema vai ser o eclodir cíclico das crises...

- Que crises?

- Ora, as crises que todos os casais atravessam. Primeiro, a perda da privacidade de cada um: já não estamos sós em casa, já não podemos estar à vontade na casa de banho, de porta aberta, e já não é admissível dar um fofó, chupar os dentes ou tirar macacos do nariz na frente do outro.

- Mas, querido, isso já nós ultrapassamos!

- Não sei, não sei. Casados, é diferente. E, depois, vem a crise da conquista de espaço...

- Isso é com os americanos, não?

- Conquista de espaço, amorzinho. Cada um vai lutar pelo seu cantinho, pela sia zona exclusiva. À mesa, no sofá da sala e, até, na cama, cada um de nós vai procurar uma espécie de reserva, de zona protegida, onde possa estar em paz, comendo, lendo, vendo televisão ou, simplesmente, pensando. Tudo num abençoado silêncio.

- Acho que exageras. Sempre respeitei os teus espaços. Físicos e espirituais...

- Quero ver, depois de casarmos. E que me dizes aos filhos, querida?

- Não temos nenhum!

- Mas vamos ter, não vamos? Aí, vão surgir as discussões  sobre a quem compete ir, em determinada noite, pôr a chucha na boca do bebé, mudar fraldas malcheirosas, dar-lhe o leitinho...

- Isso de mamada não é contigo!

- E o biverão, quando for mais crescidinho? E a educação a dar-lhe? E as nossas divergências sobre recompensas e castgos? E o que dizer-lhe acerca do sexo?

- Onde já vais, querido!

- E haverá o "stress" laboral, a juntar  a esses problemas familiares. Tudo junto, vai provocar mossa no nosso relacionamento, afectar a nossa vida sexual.

- Achas, querido?

- Tenho a certeza! Iremos ficar reduzidos a uma vez por semana, talvez aos sábados...

- E os feriados? Nem nos feriados?!

- Só aos sábados, meu amor. E, ainda assim, quandonão te doer a cabeça ou eu não adormecer nos preliminares...

- Estás a meter-me medo, querido.

- E ainda não te falei da pior crise, o verdadeiro terror: a crise dos sete anos!

- Como assim?

- Dizem os especialistas que, por volta do sétimo ano de casamento, os casais enfretam a sua pior crise. O amor estáe, estilhaços e a fogueira da paixão reduzida a cinzas. Só o sexo continua aos sábados. De três em três meses...

- Que horror!

- Pois é. Tudo praticamente destruído. E vem o divórcio.

- Litigioso?

- Claro! Mais até do que o litigioso. Sangrento! Depois de sete anos de vida em comum, sabes lá quantos segredos, quantos pormenores escabrosos, quantos pequenos podres há para serem revelados na praça pública. Tarado, chulezeiro, maricão, frígida, burra, lésbica, vale tudo!

- Não digas mais, querido. Assustas-me.

- Então não falo da guerra das partilhas. Terrorismo puro, podes crer! cada "bibelot", cada botãozinho, cada insignificância é disputada ferozmente, quase à chapada. Até restos de sabonete, na casa de banho!

- O nosso divórcio ... quer dizer, se tivermos essa crise dos sete anos, não vai ser litigioso, pois não?

- Que ideia, lindinha! Separar-nos-emos como dois grandes amigos!

- Só insistirei em levar a colecção de CD's do Dizzie Gillespie. Tu nem gostas muito dele...

- De acordo, desde que fique com os livros do Astérix.

- Combinado, querido.

- Casamo-nos quando, meu amor?"

 

 

Se leram até ao final, o que acharam?

Eu achei hilariante!!!!

O que um possível pedido de casamento deu para falar !

 

 

 

 

 

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por Paula Patricio às 21:59

A Noite dos Prodígios e outras histórias, Carlos Tomé

Segunda-feira, 28.04.08

Estou feliz!

Hoje ao chegar a casa estava um envelope endereçado a mim cujo remetende era o Carlos Tomé - um escritor açoriano que descobriu o meu blog quando estava a fazer uma pesquisa na net acerca do seu último romance Morremos Amanhã.

O sr Carlos Tomé deu-me a honra de receber um mail dele a agradecer o que tinha escrito sobre ele, prometendo enviar-me um exemplar de outro romance dele, autografado.

Não vejo a hora de começar a ler!

Como a literatura açorena não é tão divulgada aqui no continente, como deveria de ser, tentarei, dentro das minhas possibilidades, tentar fazer deste blog uma divulgação da boa literatura que escreve naquelas ilhas.

O sr Carlos Tomé já teve honras de aparecer citado na revista Os Meus Livros (n.º 61, ano 6, Março 2008), num artigo acerca das obras literárias que falam da guerra do Ultramar - um tema que, cada vez mais, está a ser divulgado por grandes nomes da literatura.

Neste artigo podemos ler: "Dos fantasmas de quem voltou, fala (...) o açoreano Carlos Tomé, no seu romance Morreremos Amanhã (Artes e Letras). O protagonista deste livro é um continental que vai aos Açores onde encontra um antigo camarada da guerra micaelense. Os dois conversam sobre o passado, abrindo uma porta a memórias que até então tinham permanecido submersas, proibidas.".

 

Lamento dizer que a Os Meus Livros errou!

 

Se quisermos fazer um resumo do Morremos Amanhã, o acima tranascrito não será o mais correcto.

 

O protagonista é um continental que volta aos Açores após quase 30 anos depois de regressar da guerra, por motivos profissionais e esta viagem faz com que se recorde do tempo passado em guerra, dos seus companheiros, das aventuras mas, principalmente de Rui - um açoreano, camarada de guerra, que morreu numa das muitas mortes estúpidas de guerra. No bolso Tozé (o protagonista) guardou uma carta que lhe queimava o bolso mas, agora nos Açores, esta carta deveria finalmente chegar aos mãos de quem por direito.

 

Morremos Amanhã é dedicado a "quantos se viram em África, perdidos de si próprios, de armas nas mãos."

 

Proponho a lerem o meu post de 26 de Novembro de 2007. Foi este post que me fez receber um livro

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Santo Cristo dos Milagres

Domingo, 27.04.08

No 5.º domingo após a Páscoa comemora-se, em São Miguel, as festas em honra do Senhor Santo Cristo dos Milagres.

Por esta hora, menos uma nos Açores, está a começar a sair a procissão da mais conhecida festa religiosa dos Açores.

São nestes dias que sentimos ainda mais falta da nossa terra, da nossa família, dos nossos amigos e das nossas tradições. Tudo tem um ritual nestes dias e sinto a falta destas pequenas coisas.

Supostamente, se tudo tivesse corrido como eu esperava, a esta hora estava de férias e estava na minha ilha, a passar as festas do Santo Cristo. Desde que estou cá a viver que ainda não tive a oportunidade de ir por esta altura e faz-me falta. Alguém cortou os planos e não tive oportunidade de ter as minhas férias na altura que desejava!

 

A 13 de Maio de 2007 escrevi o meu primeiro post acerca do Santo Cristo dos Milagres. Tinha acabado de vir dos Açores e tinha comprado um livro muito bom. Se quiserem saber mais vão ao post deste dia ... vale a pena

 

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por Paula Patricio às 16:53

Dia Mundial do Livro

Quarta-feira, 23.04.08

"Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não lêem"

Mário Quintana

 

 

 

 

 

 

Dia 23 de Abril é, desde 1996, o dia em que comemora o Dia Mundial do Livro e do Direito do Autor.

A todos aqueles que são amantes de boa literatura, eu dedico um post com poucas palavras, mas com uma citação forte!

 

Boas leituras!

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

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por Paula Patricio às 21:51

Sporting Clube de Portugal

Quinta-feira, 17.04.08

Ainda a pensar do grande jogo de ontem e, como bom sportinguista que sou, tinha que fazer uma homenagem ao meu tão amado Sporting
Apesar de não ter conseguido ver o jogo de ontem (grandes jogos fazem-me mal ... o meu coração é fraco), foi uma grande alegria ver o meu SCP dar 5 grandes golos aos outros

 

Encontrei um vídeo de homenagem simplesmente magnífico que qualquer sportinguista ao vê-lo fica com uma lágrima no canto do olho e um orgulho maior do que o habitual de ser desta grandiosa equipa.

 

Saudações leoninas para todos e apreciem o vídeo

 

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Disneyland Resort Paris

Segunda-feira, 14.04.08

Quase uma semana depois de ter ido passar uns dias à Eurodisney em Paris, finalmente estou a cumprir a minha palavra e a fazer um pequeno relatório que, espero eu, ajude todos aqueles que estão a pensar ir à Disney (àqueles que têm crianças, não se esqueçam: até Março de 2009 as crianças com menos de 7 anos de idade são gratuitas no alojamento e nas entradas no parque).


Ok! Já cumpri a minha função de agente de viagens e vamos agora ao relatório da viagem.

 

No passado domingo (5 de Abril) parti para a Disney, em Paris, num voo da Air France. A expectativa de saber como seria estes dias era enorme e a vontade de chegar à Disney maior ainda.

Sem grandes atrasos, chegamos ao aeroporto Charles de Gaulle perto das 11:50 (horas locais), eu estava pronta para apanhar o autocarro mas tivemos que esperar pelo pessoal que levou mala com roupa para 500 dias. Depois de todos (mais todas) terem a sua bagagem fomos para o terminal dos autocarros da Disney e ficamos quase 2 horas à espera de um autocarro ... imaginem o tamanho da fila ... debaixo de 5 graus.

O frio e a fome já estavam a ganhar 15-0 quando finalmente chegou a nossa vez de entrar no autocarro. Do aeroporto ao parque é uma viagem curta (cerca de 20 minutos, acho) e faz-se bem.

 

Finalmente Disney!

 

Fizemos check-in no Hotel New York, um dos melhores da Disneyland Resort e partimos à descoberta das aventuras que nos esperavam, sem antes, claro, que ir comer qualquer coisinha (caro, muito caro).

Hotel New York

 

Realmente, todos me diziam: "A Disney foi feita mais para os adultos do que para as crianças." e realmente é verdade. Há uma série de divertimentos que não sei como existem crianças que têm coragem de lá ir. Eu que sou uma gaja grande borrei-me de medo!

Sugiro que façam o seguinte: depois do check-in, façam um plano daquilo que realmente querem fazer para que não percam muito tempo dentro dos parques.

No parque "Walt Disney Studios" sugiro irem ao "The Twillight Zone - Tower of Terror" (inaugurado a 4 de Abril de 2008)

 

, ao "Rock'n Roller Coaster, com música dos Aerosmith, ao "Studio Tram Tour: Behind the Magic" e ao Crush's Coaster (uma pequenita diversão que engana. Pensamos "Ah e tal, é do Nemo, é para crianças." e saimos de lá todos partidos.

Depois de tanta agitação, debaixo de chuva e de neve (sim nevou em Paris), fomos jantar ao Jantar-Espectáculo "Buffalo Bill's Wild West Show". É um serão diferente. Vale a pena pelo espectáculo e pela magia que se vive, não vale a pena o que se come e, principalmente, o dinheiro que se gasta.

 

Buffalo Bill no seu cavalo branco

 

O 1.º dia tinha sido muito longo. O melhor seria ir para a caminha para estar pronta para mais um dia de grande animação.

 

2.º dia na Disney:

Como fomos em trabalho, a nossa manhã foi preenchida em conhecer os outros hoteis da Disney (ossos do ofício). Depois do trabalho, veio a animação e hoje o dia seria dedicado ao Parque Disneyland.

Neste parque sugiro "The Phantom Manor" (uma casa de terror muito, muito fraquinha), "Big Thunder Mountain" (mais uma montanha russa, para não variar)

 

, "Pirates of the Caribbean", "Star Tours" e, quando já não tiverem energia para tanta adrenalina, sugiro irem ao Castelo da Bela Adormecida, à Branca de Neve e os 7 Anões, ao "It's a small World", entre outros.

 

 

 

Como estamos comemorando o 15.º aniversário da Disneyland Resort existem alguns eventos especiais, tais como: "Disney's Once Upon a Drem Parade" e "Candleabration".

Já viram que animação não faltou, o que faltou foi tempo para ver mais coisas.

No dia seguinte já era dia de regressar à realidade. Mas sem antes recordar mais um pouco da Disney.

 

 

Técnicas de Turismo

 

 

 

A prova que nevou

 

 

 

A melhor foto que tirei na Disney (eu e o Pluto)

 

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As Ilhas dos Açores - Madredeus

Sábado, 12.04.08

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por Paula Patricio às 17:27

Voltei, voltei

Terça-feira, 08.04.08

Voltei, voltei

Voltei de lá

Ainda ontem estava em França

E agora já estou cá

 

Prometo fazer relatório completo da minha viagm à Disney, mas só amanhã. O Parque meteu-me de rastos

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Paris aqui vou eu

Sábado, 05.04.08

Amanhã vou a Paris numa viagem de 3 dias organizada pelo Operador Turístico Mundo Vip ... finalmente consegui uma borla

Estou a praticar o meu francês mas até agora não saiu nada de jeito ... merci, oui, non e pouco mais   Ai se os meus professores de francês vissem isso!!!!

Mas, felizmente o inglês é a língua universal e dá para o pessoal se atender.

Prometo fotos bonitas e relatório completo da viagem.

Portem-se bem mal

 

 

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por Paula Patricio às 16:25


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